Acredita no BeLive2015

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Tenho de desenvolver um tremendo esforço de discernimento critico antes de escrever alguma coisa sobre este evento. Nada pelo evento em si. É apenas para tentar me concentrar no essencial e não me perder na intensa tentativa de destruir toda a reputação que os D.A.M.A. ainda conseguem ter, insultar os seus fãs e fazer uma mini ameaça de bomba a quem ainda insiste dar  palco aos jovens.

Desabafos feitos sobre o grupo de jovens que consegue editar temas com textos das mensagens que trocavam no décimo segundo ano, passemos ao que interessa. Não será novidade nenhuma para nenhum jovem trofense que o cartaz do BeLive2015 está lançado. Têm-se multiplicado as reacções aos nomes que o preenchem, aos que não preenchem e à justa ideia de dar palco a – até à data, alguns – artistas trofenses. E, parece-me a mim, todas as críticas têm sido muito bem fundamentadas.

Salta aos olhos de todos a clara opção de direccionar o evento para um estilo de um determinado público. Se o ano passado procurou-se alguma diversidade entre o Reggae, o Rock e o Hip-Hop, este ano parece que ficamos entre o Pop (muito mau mas que move multidões, e isso também tem o seu valor) e o Hip-Hop (bom, do melhor que se tem feito). Apontam-se aqui críticas à não inclusão de um nome ligado ao Rock. E vêm as virgens ofendidas do rock falar na diversidade de géneros e afins. Embora solidário com essa ideia, gostava de lembra-los que não temos a diversidade apregoada só por incluir um nome consagrado do estilo. Saindo o Rock, entrou o melhor que se tem feito ligando a Soul e o Blues com o Jazz, com o Hip-Hop e como R&B: os HMB. Adivinho-os como o parente pobre do cartaz que vai conseguir contagiar a pouca gente que os quererá ver.

O segundo tópico que tem valido comentários é a verdadeira inclusão de artistas trofenses no cartaz. Ao contrário do que aconteceu o ano passado, em que deu a sensação a qualquer interessado em acompanhar os músicos trofenses que foram chamados para o palco só porque tinha de ser e que calaria algumas opiniões inquietas, este ano aparecem com a digna divulgação e projecção. Ainda assim, conto facilmente mais 10 projectos trofenses que mereciam o mesmo destaque.

Podíamos já apontar criticas e questionar a organização mas, pelo princípio de que isto partiu, eu – optimista e inocente – acredito que este ano a Festa da Juventude não vai deixar ficar na mão os tão valiosos projectos trofenses. Lembro-me, por exemplo, do concerto com que os Lyzzärd nos prendaram no ano passado. Seria injusto que mais gente este ano não pudesse assistir a tamanho espectáculo. Se no último ano, esta actividade inscreveu-se quase vinda do nada nas agendas trofenses, este ano ficamos expectantes e ansiosos e deixamos a promessa de esmiuçar esta bandeira das politicas de juventude do território-diamante.

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About Pedro Amaro Santos

Da Rua José Moura Coutinho (N14) chego a qualquer parte do Mundo.
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