Retractação

oops

Por estes dias, dois amigos que trabalham na CMT alertaram-me para o seguinte: ao contrário daquilo que aqui escrevi na passada Sexta-feira, dia 6, a propósito da publicação “Uma geração a lutar por ti. Mas só às vezes…“, a CMT e a Trofáguas não dispõem de advogados mas apenas e só de juristas, o que torna necessária a contratação de profissionais de advocacia para a prossecução de determinados trabalhos.

Posto isto, pareceu-me necessário fazer a presente retractação, e com ela reformular alguns juízos inválidos que enunciei, nomeadamente a questão das entidades envolvidas – CMT e Trofáguas – não terem afinal desrespeitado os órgãos competentes e o facto de, efectivamente, não existirem quadros em ambas as instituições com as qualificações e competências necessárias para levar a cabo as tarefas ajustadas ao escritório Belchior e Associados, Sociedade de Advogados RL. Está feito o mea culpa ao qual acrescento um pedido de desculpas aos nossos leitores e entidades mencionadas pela informação errada que veiculei.

Esclarecido o erro, quero reforçar que todas as restantes variáveis se mantêm constantes e que não recuo um milímetro que seja no que escrevi no restante texto. Convém recordar que estamos a falar de um advogado contratado na cidade de Gaia, que não levantou, tanto quanto sei, qualquer objecção aos mesmos sociais-democratas que tanto contestaram os advogados contratado pelo anterior executivo na cidade de Lisboa. E, tal como aconteceu no passado com os tais advogados de Lisboa, também este escritório foi contratado por ajuste directo, pratica tão contestada no passado pela mesma JSD Trofa que continua quieta e calada perante os vários casos suspeitos que se avolumam no base.gov., mostrando que os ajustes directos só os incomodam quando levados a cabo pelo seus oponentes socialistas.

Fica feito o reparo, pelo qual reforço, a título pessoal, o meu pedido de desculpas aos nossos leitores e às entidades visadas, querendo ainda reforçar, regressando novamente à questão do “desrespeito” referido pela JSD Trofa, que o ajuste directo feito ao Correio da Trofa, jornal criado pela coligação que apoiaram no âmbito da sua campanha eleitoral autárquica, configura um enorme desrespeito por todos os trofenses, nomeadamente os que integram associações ou que actuam profissionalmente nas áreas da fotografia e design, e que atravessam hoje dificuldades financeiras para quem 24 mil euros e uns trocos seriam um balão de oxigénio. Passado todo este tempo da primeira publicação que fiz neste espaço sobre o assunto, ainda sou frequentemente abordado por trofenses que se sentem lesados pela situação denunciada de clientelismo que tal configurou mas que não instou esta geração da JSD a lutar por quem quer que seja. Porque as lutas das jotas, como sabemos, estão sempre dependentes de jogos de poder que se sobrepõem às populações, as verdadeiras prioridades da sua agenda. O silêncio político, principalmente quando em contraste com um passado recente de “activismo”, é sempre revelador das reais intenções por trás da propaganda.

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