Manipulação: a propaganda que nos vendem e o mundo real – Parte II: A revelação e o linchamento público de Fernando Moreira de Sá

Fernando Moreira de Sá é um comunicador que tenho a honra de conhecer e que, apesar das profundas diferenças políticas e ideológicas que nos separam, tenho como um homem de carácter. Tal não significa que FMS seja perfeito. Nenhum de nós o é e ele certamente não será a excepção à regra.

Recentemente, a blogosfera e o jornalismo nacional entraram em ebulição na sequência de uma entrevista polémica concedida por FMS à revista Visão na qual colocou a nu a série de esquemas que desprezo e rejeito, e que ajudaram a colocar Pedro Passos Coelho na presidência do PSD e, seguidamente, na liderança do Governo de Portugal.

Eu já conhecia FMS antes dessa publicação e tinha perfeita noção de com quantos paus se construíam a estratégias de comunicação política. Havia, contudo, muitos falsos ingénuos, principalmente à esquerda, que tentaram demarcar-se dos esquemas que também caracterizam os seus combates políticos e tentaram crucificar FMS em praça pública. Pessoalmente, e apesar de me opor a estas práticas como já deixei claro em cima, vi a “revelação” do comunicador como autêntico serviço público para a nação: se dúvidas existissem, FMS abriu uma caixa de Pandora que permite hoje ao cidadão comum perceber por A mais B o tipo de práticas nefastas que os partidos políticos utilizam na busca do poder. Quem daqui para a frente se considerar enganado por tais práticas que saia da frente da televisão e acorde para a vida! Tenho plena convicção que esta “revelação” nos permitirá, no futuro, estar mais preparados para lidar com os esquemas de propaganda política e, por conseguinte, tornar-nos-á mais capazes para efectuar escolhas mais conscientes. Portanto Fernando, quero apenas agradecer-te pelo que considero ser um enorme serviço público sem precedentes e espero que também tu tenhas aprendido a tua lição.

Claro que, pelo papel central desempenhado durante a campanha eleitoral da coligação PSD/CDS (e também pelo facto de ser marido da actual chefe de gabinete de Sérgio Humberto, assunto que será tratado na terceira parte deste trabalho), uma das mais eficazes e inteligentes que tenho memória, FMS tornou-se um alvo fácil para os opositores locais do executivo agora em funções. Não só pelo explorar da “revelação” feita à revista Visão, mas também pelo facto de, aparentemente e segundo alguns falsos independentes, ser uma espécie de avençado do actual executivo algo que, até à data, ainda ninguém conseguiu provar, o que em larga medida explica o facto de todas essas acusações surgirem de fontes anónimas.

Porém, esta tentativa de linchamento público a que agora assistimos parece-me ser uma espécie de manobra de diversão para desviar atenções. É que o início da governação de Sérgio Humberto está a ser bastante auspicioso o que, apesar das vantagens óbvias para o concelho, representa uma ameaça para o trabalho em curso de denegrir o novo executivo. Tira-se o foco do trabalho que está a ser desenvolvido e aponta-se ao suposto calcanhar de Aquiles. Algo que, ainda há poucos meses, acontecia em sentido inverso com ataques idiotas sobre viaturas que Joana Lima não possuía e que serviam para desviar atenções da consolidação orçamental em curso. 

A história repete-se, o feitiço vira-se contra o feiticeiro e as guerrinhas parolas e patéticas de pessoas que já deviam ter idade e maturidade para não se comportarem como crianças impertinentes e mimadas são SEMPRE as mesmas. Tenham isto em consideração da próxima vez que um político vos bater à porta. Exijam respeito, coerência e carácter. Tudo coisas com tendência a ser esquecidas assim que os resultados das eleições são tornados públicos.

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4 Responses to Manipulação: a propaganda que nos vendem e o mundo real – Parte II: A revelação e o linchamento público de Fernando Moreira de Sá

  1. Caro João, 

    Sou, como sabes e é público e notório, leitor atento do blog “E a Trofa é minha”. Concordo com algumas coisas, discordo de outras. Porém, reconheço a qualidade dos escritos dos seus autores, a pertinência dos temas discutidos e a importância destes espaços de debate (livre, sério e assumido) para o concelho da Trofa. Posto isto, vamos ao tema. Vou, se me permites, dividir em duas partes: o tocante à Trofa em primeiro lugar e as questões de comunicação em segundo lugar.

    É perfeitamente natural que alguns se interroguem sobre se eu (ou qualquer das minhas empresas) trabalho para a CMTrofa. Para que não fica qualquer dúvida no ar: não, nem eu nem qualquer das minhas empresas trabalha ou recebe qualquer avença da Câmara Municipal da Trofa. Porém, o contrário também seria perfeitamente possível e, permite-me a ousadia, natural. Não seria a primeira câmara municipal a contratar os serviços da minha empresa nem, quero crer, a última. O que já estranho (ou talvez não) é ver algumas pessoas, quais virgens ofendidas, alinhar em boatos sem terem tido a humildade de fazer uma coisa muito simples: perguntar ao visado. Principalmente, pessoas que tiveram responsabilidades nas últimas eleições autárquicas e que, dentro de casa, teriam acesso a informação que permitia ficarem logo esclarecidos. Ou não…mas isso é outra história.

    O meu perfil de facebook é público e o mesmo se diga quanto ao meu mail. Se foi tão fácil para alguns andar pelo facebook a comentar e a vomitar teorias, igualmente seria simples perguntar. Aliás, penso que não vou cometer nenhuma inconfidência ao dizer que foi exactamente o que tu fizeste: perante a boataria, à distância de um clique, fizeste-me a pergunta e eu imediatamente respondi. Fácil e barato. 

    Como tu sabes, não sou de meias palavras. Por isso mesmo, vou directo à crítica. Não consigo perceber como é possível o Sr. Joaquim Azevedo, que foi candidato a Presidente da Câmara Municipal da Trofa, algo que obriga a um enorme sentido de responsabilidade ter tido a irresponsabilidade de andar a cavalgar uma onda anónima. Não consigo perceber. Ou, melhor dito, fiquei a perceber o porquê de os trofenses não lhe terem dado nem a confiança política para eleger um simples deputado municipal. Repara, até na minha Maia o PAN – Partido dos Animais – elegeu um deputado municipal e todas as listas de independentes elegeram autarcas. Naquelas que foram as eleições autárquicas mais favoráveis aos movimentos independentes, o MIT passou ao lado da história. E se as sondagens de abril, junho e setembro me deixavam surpreendido pelos valores residuais obtidos pelo MIT, sempre abaixo dos 3/4% (que o acto eleitoral veio provar) hoje, perante esta situação, fiquei a perceber o quão sábio é o eleitorado trofense.

    Eu não sou nado e criado na Trofa. Nasci no Porto, vivi 12 anos na Areosa (a terra com mais portistas por m2 em Portugal, o que só abona a seu favor) e vivo à 28 anos na Maia. Desde muito pequeno que sigo atento e apaixonadamente a política. Tive o enorme privilégio de conviver com o maior autarca que este país viu, até hoje, liderar os destinos de um concelho, o saudoso Prof. José Vieira de Carvalho. Vi como ele transformou uma terra de quintas e agricultores num dos concelhos com mais qualidade de vida em Portugal (e na Europa). Fui testemunha da forma como ele se dedicava de corpo e alma ao desenvolvimento da Maia (e vivia, algo que poucos sabem, num concelho vizinho). Mais tarde, tive a honra de trabalhar com o seu sucessor e ainda hoje Presidente da Câmara Municipal da Maia e nunca esquecerei as eleições de 2009 onde se obteve o melhor resultado eleitoral de sempre. Porquê? Porque o povo não é ingrato e sabe valorar aqueles que se dedicam a servir a terra. Como assisti ao excelente trabalho de desenvolvimento realizado por outros autarcas de diferentes partidos na AMP. A excelência não é exclusivo de nenhum partido embora esteja ao alcance, infelizmente, de poucos. Por tudo isto ter visto nestes 40 anos que levo de vida, espanta-me o que se passou no concelho da Trofa. Como é possível que ao longo de 15 anos, com mais de 300 milhões de euros disponíveis em orçamento, com a possibilidade de multiplicar por três (no mínimo) este valor em fundos comunitários (tanto no QCA III –  terceiro quadro comunitário de apoio como no QREN, para não falar noutros instrumentos financeiros de apoio nacional e internacional), a Trofa não tenha uns Paços do Concelho, não tenha património palpável, tenha vendido a água e os resíduos e mesmo assim esteja com uma dívida enorme, sofra de péssimos acessibilidades estando, geograficamente, num ponto importante entre o Minho e a GAMP e viva numa situação financeira, vamos lá chamar as coisas pelo seu nome, catastrófica. Mais, quando tem um povo empreendedor, que soube construir riqueza e subir na vida a pulso empresarialmente, com uma agricultura forte e com gente de trabalho. Ou seja, a população da Trofa não merecia semelhante desfeita. 

    Ora, entendo eu que não sou da Trofa, que deveria ser essa a principal preocupação de alguém que pretendia ser eleito Presidente da Câmara Municipal da Trofa. Se calhar, por isso mesmo, os resultados eleitorais foram o que foram…Pelos vistos, a preocupação do Sr. Joaquim Azevedo é outra. A sua preocupação é se o Fernando Moreira de Sá trabalha ou não com a CMTrofa e se a minha mulher trabalha ou não na Câmara. No fundo, a sua preocupação, numa espécie de racismo muito nacional-socialista, é o facto de alguém da Maia estar a trabalhar na Trofa. Ora, como não quero nem desejo que os “senhores azevedos” desta vida fiquem na ignorância, aqui estou a dar a cara. Como sempre dei ao longo da minha vida, para o bom e para o mau. O que não alimento é conversa com anónimos.

    Voltando ao tema: embora não trabalhe com a CMTrofa, estou na Trofa quase todos os dias e colaboro em tudo o que me for solicitado pela Câmara e em especial pelo Sérgio Humberto, sua equipa e todos aqueles que me receberam de braços abertos e com profunda amizade ao longo destes meses. Como já o disse publicamente antes, não preciso de ter nascido na Trofa para a sentir, como hoje sinto, como parte da minha vida. Para ter, também, esse sentimento fantástico e único que aprendi aqui, o do Orgulho Trofense. Eu acredito no novo Presidente da Câmara da Trofa, acredito que o Sérgio Humberto vai ser o Presidente que a Trofa precisa para mudar, para ter progresso, para que o concelho tenha a qualidade de vida que a sua população merece. Não nego que é com entusiasmo que olho para o futuro desta terra graças à escolha, na minha opinião sábia, que a população fez em setembro deste ano. Como não nego que tenho muito orgulho em ter ajudado a convencer a minha companheira dos últimos 25 anos de vida a trocar uma carreira sólida, em crescendo e melhor remunerada na Maia pelo aventura de, depois dos 40 anos e com as responsabilidades familiares que tem, mudar de vida profissional. Orgulho em a ter convencido a aceitar o desafio que lhe foi lançado e orgulho na sua carreira, feita a pulso e sem favores de terceiros. Uma carreira profissional e académica de que poucos se podem gabar e de que ela nunca se gabou. E que tu, meu caro João, sabes pois, ao contrário de outros, tiveste a humildade de perguntar para poderes, como sempre, falar com conhecimento e não andar a atirar “bitaites” como certos ignorantes.
    Os mesmos “bitaiteiros” que desconhecem, ou fazem de conta que não sabem, que o Sérgio Humberto e a sua equipa trabalham e vivem este desafio de forma intensa, que os faz estar manhã bem cedo na câmara e sair para jantar já bem depois das 23h e todos os momentos de pausa serem utilizados para discutir a Trofa. Como ignoram que basta uma palavra, um simples telefonema e aqui estou, como tenho estado, a dar o melhor de mim e do pouco que sei ajudando nesta empreitada em que acredito. Por isso, não recebo lições de “orgulho trofense” dessa gentinha.

    A esses bitaiteiros só consigo lembrar-me de uma famosa expressão de um político português nos primórdios da nossa democracia que assenta que nem uma luva ao que me foi dado a conhecer de escritos anónimos ou ignorantes nos últimos dias: a expressão do Almirante Pinheiro de Azevedo (aqueles que não conhecem a famosa expressão, é favor procurar nos livros ou na net).

    Meu caro João, no que toca à comunicação: 

    A “manipulação” da comunicação é tão antiga como a considerada mais velha profissão do mundo. E levaria a uma discussão ainda mais longa. Nessa matéria aconselho a leitura de Noam Chomsky (o seu A manipulação do Público é um excelente exemplo que pode e deve ser adaptado para a realidade da comunicação de massas através das redes sociais). O problema não está, a meu ver, na manipulação em si (e que deve ser vista através do entendimento global da palavra e não apenas na sua conotação negativa). A questão é o desconhecimento do público dessas práticas. Esse desconhecimento é fruto de um problema, esse sim que deve merecer a nossa oposição, de desinteresse e falta de conhecimento do real.

    A manipulação existe porque é inato ao homem o desejo de ser detentor do poder. Que em democracia se obtém através do voto popular. A manipulação pretende exercer uma influência sobre o outro de modo a, o levar ou a alterar o seu comportamento/pensamento ou a seguir aquilo que se deseja que o outro acompanhe. É, no fundo, um jogo. Perigoso, dirás tu. Certamente. E é aqui que entra a propaganda. Ora, essa manipulação existe e materializa-se de diversas formas na nossa vida. Podes encontrar em coisas tão diversas como no cinema (quantos de nós somos levados a consumir um determinado produto que nos surge no meio de um filme?), na publicidade, nas relações familiares e nos relacionamentos entre amigos e, obviamente, na política.
    As redes sociais apenas são um novo canal.

    É nesta parte do teu artigo que encontro maiores “discordâncias” no nosso pensamento. Naquilo que eu entendo como trabalho profissional tu vês práticas negativas/nefastas, esquemas de propaganda. Ora, se me permites a comparação, será que é de crucificar o trabalho de um advogado que tem de defender o seu cliente, independentemente daquilo que ele fez ou não fez? Será assim tão diferente uma coisa da outra? Não terá o mesmo tipo de impacto na sociedade? E a manipulação feita, ao longo da história, da nossa história, em momentos cruciais – sera que os espanhóis não foram tantas vezes manipulados pelas informações que lhes eram passadas pelos seus “falsos” informadores (e vice-versa)?

    A melhor forma de combater a manipulação não é critica-la enquanto tal. A melhor forma é não a ignorar e procurar não ser ignorante. A melhor forma de a combater passa pela procura da informação, do conhecimento. A ignorância é a melhor arma da manipulação. É por isso que entendo que não “revelei” nada de essencial e muito menos abordei e estudei algo novo. Bem pelo contrário. A comunicação política sempre assentou na tentativa da manipulação. Umas vezes tragicamente negativa, outras francamente positiva e sempre, mesmo sempre, fruto da falta de informação do receptor. Ora, como tu referes com superior inteligência, a manipulação materializa-se, também, nas manobras de diversão. Que servem para desviar atenções. Como bem referes na parte final do teu texto. Como já são “muitos anos a virar frangos” cedo percebi e como até gosto deste jogo, nada como o deixar rolar. Enquanto o alvo está apontado a terceiros, folgam aqueles que devem ter as suas energias totalmente focadas no essencial, o trabalho autárquico. 

    Um abraço e continuem o bom trabalho no blogue!

  2. João Mendes says:

    Boa noite Fernando,

    Antes de mais obrigado pela preferência. é sempre bom conhecer o 5 ou 6 leitores que temos 🙂
    Obrigado pelas palavras. O teu comentário dava pano para imensas mangas.

    Não cometes inconfidência nenhuma. Sempre foi esse o meu método: tenho uma dúvida, pergunto a quem de direito. Existe quem não perceba bem a essência do termo “pergunta” mas eu lá vou insistindo, umas vezes com sorte, outras nem tanto. E é nesse sentido que, antes de mais, te pergunto: enquadra lá essa acusação implícita que fazes ao Joaquim Azevedo. Tanto quanto sei (e acho estar certo) o sr. Joaquim não emite anonimamente. Estou enganado?

    Só como nota de rodapé, acho no mínimo curiosa essa aversão a alguém que vem de um concelho vizinho para trabalhar no sector público do nosso quando tantos trofenses trabalham no sector público no Porto e noutros concelhos vizinhos. Faz me lembrar aqueles apelos do PNR a mandar os emigrantes embora quando, se todos os outros países fizessem o mesmo aos nossos que lá estão, o número de “retornados” que receberíamos transformaria a tensão em vivemos num cataclismo. É um péssimo princípio.

    Falas (e bem), no desastre governativo que a Trofa viveu desde a sua elevação a concelho. É incrível e doentio ter noção desta situação e, principalmente, saber que não são pedidas contas aos responsáveis pela situação. Não se passa nada. Podíamos ter muito mais. Eu sei é que foi ser adolescente numa cidade onde não se passava quase nada. Lembro-me de 3 ou 4 concertos de grandes bandas portuguesas e os concertos de bandas de garagem que se faziam no liceu ou na saudosa sede da JCP, uma autêntica casa da cultura da Trofa do final da década de 90. Fora isso eram 3 ou 4 bares e fim da linha. Para mais do que isso era preciso ir à Maia, Famalicão e Porto. Enquanto ainda sou “meio” jovem, queria ver se isto dava o salto. Ou um saltinho. Ver, por exemplo, a Semana da Juventude deste ano deprimiu-me. A única coisa que podia mesmo “partir a loiça” no segmento foi um flop. Quanto desse dinheiro esbanjado sabe-se lá como (consta que existe uma gaveta funda na CMT de onde não param de sair dívidas, na volta é mito…) poderia ter servido para criar infraestruturas e promover iniciativas que trouxessem pessoas à Trofa e, mais importante, que fizesse com que a maioria dos trofenses quisesse usufruir mais da sua cidade. Não foi uma desfeita Fernando, foi um atentado e os culpados andam por ai como se nada fosse…

    Confesso que me causa muita estranheza esse teu “vínculo” com o SH e a nossa autarquia. Sabes bem que não é algo “normal”. Mas fico contente de saber que o fazes por acreditar no projecto e na equipa. Se a escolha foi sábia ou não, só saberemos daqui a algum tempo mas para já, pelo que posso ver, está a começar bem e é precisamente isso que eu quero enquanto cidadão. Tanto me fez se são sociais-democratas ou comunistas que lá estão. Interessa-me ver a Trofa evoluir, o resto é meramente acessório.

    A “fumaça” (presumo que será a essa a expressão a que te referias) é algo que me chateia profundamente. Perdi tempo a mais com “fumaça jota” em tempos idos. mas vou adorar ver na primeira fila quando alguns supostos anónimos e Fernandos Pessoas começarem a ser desmascarados. E parece-me que alguns vão começar a cair em breve…

    Sou um consumidor viciado do trabalho dessa mente brilhante que é o professor Noam Chomsky e, sinceramente, acredito que o mundo seria um lugar bem melhor caso mais pessoas o lessem. É verdade que muita desta manipulação só funciona porque as pessoas se “põem a jeito”. Mas não é menos verdade que existem muitas que pessoas que, por uma multiplicidade de motivos e contextos, não têm a capacidade de ver para lá da “cosmética”. Eu não critico o trabalho do comunicador mas antes a forma como a classe política ilude ou tenta iludir os mais incautos, independentemente dos meios que usa, e é contra isso que me proponho lutar. Não posso ficar de braços cruzados a assistir à proliferação de situações como o boato absurdo do Audi Q7 que não existe e ver os responsáveis por tais práticas andarem por ai como se nada fosse, ainda por cima em lugares que exigem responsabilidade e carácter. Ninguém tem o direito de tirar partido da ignorância para obter vantagens políticas.

    O que tu fizeste, e não me canso de repetir, foi serviço público. existe muita gente que só quando lhes chapam as coisas na cara percebe a verdade por trás do verniz. Eu agradeço!

    Um abraço

  3. joaquim azevedo says:

    Não é preciso, ter medo das verdades. E tudo o que é demais é erro. João o Joaquim Azevedo despreza ou melhor repudia estes tipos de comentários. NÃO TENHAM MEDO EU AINDA NÃO FALEI!!!! E SE HOUVER DUVIDA EU JÁ TENHO DOCUMENTOS QUE PROVAM, QUEM SÃO AS PESSOAS EM CAUSA.

  4. João Mendes says:

    está a falar exactamente de quê Joaquim? documento que provam o quê? que comentários é que repudia?

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