Dúvidas existênciais…

Não tive ainda a sorte de me cruzar com qualquer comitiva política trofense. Se passaram aqui na rua, devia estar a trabalhar…

Por falar em dúvidas existenciais, será que as pessoas que andam em campanha são dispensadas dos seus trabalhos? Quais serão os critérios se assim for? É que eu vejo tanta fotografia de tanta gente em campanha em plena luz do dia que só posso concluir que tenham dispensa. Ou meteram todos férias! Isso seria de um patriotismo sem precedentes…

Voltando às comitivas, há uma pergunta que não me sai da cabeça e que gostaria de colocar à candidata Joana Lima e ao candidato Sérgio Humberto. Não sinto necessidade de a colocar a qualquer dos outros candidatos por ter firme convicção que sei a resposta. A pergunta que eu gostaria de colocar aos dois candidatos era esta:

“Senhor(a) candidato(a), se não vencer as eleições assume o seu lugar na vereação?”

É daquelas perguntas. Da última vez, quem perdeu optou por virar as costas a quem votou nele para o representar. É que, a meu ver, isto não é só ganhar ou perder eleições. É um compromisso que se assume perante pessoas e que não se esgota no Domingo das eleições. Um compromisso por uma terra e não por um lugar.

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2 Responses to Dúvidas existênciais…

  1. Pois, é por estas e por outras que aparecem Movimentos Independentes. Não é por acaso que o ” MIT ” está nestas eleições. Eu Joaquim Azevedo responsável pelo Movimento, tenho vindo a chamar a atenção dessas manobras políticas, só tenho pena que não há oposição mas sim gente à espera de novas eleições. Mas acho que toda a gente se está a aperceber , promessas muitas e serviço e baixa de impostos pouca.

  2. João Mendes says:

    olá Joaquim Azevedo!

    Concordo consigo: promete-se muita coisa, cumprem-se muito poucas…

    Mas deixo-lhe uma novidade: Sérgio Humberto, candidato da Coligação Unidos pela Trofa disse me através do Facebook que independentemente do resultado das eleições iria assumir o seu lugar na vereação. Algo que o seu antecessor foi incapaz de fazer apesar do “compromisso” que hipoteticamente assumiu com os trofenses. Parece-me um bom princípio!

    Um abraço

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